Patricia Zwipp
A ejaculação precoce tira o sono de muitos homens. E, de acordo com pesquisadores da Suécia e Finlândia, as suas causas podem não ser simplesmente psicológicas ou relacionadas a inflamações (prostatite, uretrite). Existe a possibilidade de herdar o problema. Os pacientes seriam mais propensos a ter uma anomalia genética transmitida ao longo das gerações.
Para chegar a essa conclusão, a equipe examinou quase 1,3 mil homens com idade entre 18 e 45. Pediu que cada um relatasse quanto tempo geralmente era capaz de prolongar a relação sexual, além de recolher amostras de saliva com o intuito de testar defeitos em um gene transportador de dopamina (neurotransmissor relacionado à percepção de prazer), chamado DAT1.
Os resultados indicaram que os participantes com uma forma ligeiramente diferente do gene tinham maior chance de chegar ao clímax sexual mais rápido. O tratamento para esses casos consistiria em drogas que aumentam os níveis do neurotransmissor, segundo o jornal Daily Mail. As constatações foram divulgadas na publicação Journal of Sexual Medicine.
Aprendendo sobre Sexo
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Gel vaginal germicida reduz em até 54% riscos de contaminação com HIV
Um gel germicida, que contém 1% de um antirretroviral, reduz em até 54% o risco de contágio do HIV em comparação a um gel vaginal que não contém nada, revelou nesta segunda-feira um estudo divulgado em Viena, onde está sendo realizada a conferência internacional sobre a aids.
O estudo, intitulado CAPRISA 004 que começou no dia 27 de fevereiro de 2007, tinha como objetivo estabelecer a eficácia e a segurança de um gel com 1% de tenofovir, um componente muito utilizado como antiretroviral, para a prevenção do vírus entre as mulheres.
Ele foi realizado com mulheres sul-africanas de 18 a 40 anos saudáveis e sexualmente ativas. Das mulheres analisadas, 445 receberam um gel com ARV; e 444, um gel sem a substância.
A incidência do HIV foi 54% mais baixa entre as mulheres que fizeram o tratamento completo, de 38% entre as que seguiram o tratamento parcialmente e de 28% entre as que recorreram pouco ao tratamento. Em média houve uma redução de incidência de 39%. Não houve efeitos negativos.
Segundo os autores do estudo, o gel com ARV poderá "preencher um grande buraco na prevenção do HIV, principalmente para as mulheres incapazes de negociar com êxito uma monogamia mútua ou o uso do preservativo".
As mulheres representam 60% das pessoas contaminadas pelo HIV
O estudo, intitulado CAPRISA 004 que começou no dia 27 de fevereiro de 2007, tinha como objetivo estabelecer a eficácia e a segurança de um gel com 1% de tenofovir, um componente muito utilizado como antiretroviral, para a prevenção do vírus entre as mulheres.
Ele foi realizado com mulheres sul-africanas de 18 a 40 anos saudáveis e sexualmente ativas. Das mulheres analisadas, 445 receberam um gel com ARV; e 444, um gel sem a substância.
A incidência do HIV foi 54% mais baixa entre as mulheres que fizeram o tratamento completo, de 38% entre as que seguiram o tratamento parcialmente e de 28% entre as que recorreram pouco ao tratamento. Em média houve uma redução de incidência de 39%. Não houve efeitos negativos.
Segundo os autores do estudo, o gel com ARV poderá "preencher um grande buraco na prevenção do HIV, principalmente para as mulheres incapazes de negociar com êxito uma monogamia mútua ou o uso do preservativo".
As mulheres representam 60% das pessoas contaminadas pelo HIV
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